O caminho II
“Para nós, a inteligência não pode ter por objeto outra coisa que não a verdade”
Frithjof Schuon
É simples entender como as ciências humanas se encontram hoje em estado caótico de autodestruição. A noção de verdade foi expulsa, como se esta fosse um conceito ultrapassado, e no lugar temos este sublime relativismo que não tem consciência de que é uma contradição de si mesmo. Nada é absoluto, tudo é construído socialmente, e depende do momento histórico, da língua, do lugar, das ideologias etc. Ou, como foi sintetizado por Olavo de Carvalho: 1) Toda proibição é proibida. 2) Toda repressão deve ser reprimida. 3) A única verdade é que não existe verdade. (http://www.olavodecarvalho.org/semana/070305dc.html). No entanto é preciso apontar que essa concepção relativista está se colocando no lugar de verdade estabelecida e reivindicando implicitamente o direito de ser a mais “correta” e assim julgar tudo o mais. Se esquece, portanto, que também está sujeita a essas mesmas variáveis, o que significa 1) o absurdo total ou 2) o reconhecimento de que nem tudo é relativo, e que podemos chegar a verdades universais.
Ora, mas qual o motivo para ter tanto medo da verdade, quando esta deveria estar sendo procurada ativamente? Porque a verdade está muito próxima daquilo que o relativismo e o discurso científico moderno mais detestam: Deus. É somente a partir do Absoluto que o conhecimento pode ser organizado, uma vez que ele é o fundamento de todo o universo, ou seja, da existência finita e relativa. No momento em que a atitude religiosa voltar a entrar nas universidades e na classe intelectual, as ciências humanas sofrerão uma reorganização que as fará progredir com segurança e solidez, unidade e confiança na resolução dos problemas mais difíceis. As ciências naturais, por sua vez, cairão do seu sonho de arrogância e ocuparão somente o lugar que lhe é devido, deixando ser uma rebelião contra a religião para pesquisar e avançar no campo do conhecimento material e técnico.
A separação entre ciência, filosofia e religião é uma mentira que obscurece todos os campos de investigação atualmente. A falta de orientação a respeito do tema mais importante da vida humana só pode resultar na catástrofe social que estamos observamos cotidianamente. Um resgate da antiguidade e da sua sabedoria se faz necessário com a maior urgência, porque o tema é eterno e não existe nada mais atual e nunca existirá nada mais importante do que a verdade imorredoura da existência de Deus. Que tal fato central possa ser relegado a segundo plano, esquecido ou até negado é algo que mostra o tamanho do abismo de loucura no qual estamos metidos.
É simples entender como as ciências humanas se encontram hoje em estado caótico de autodestruição. A noção de verdade foi expulsa, como se esta fosse um conceito ultrapassado, e no lugar temos este sublime relativismo que não tem consciência de que é uma contradição de si mesmo. Nada é absoluto, tudo é construído socialmente, e depende do momento histórico, da língua, do lugar, das ideologias etc. Ou, como foi sintetizado por Olavo de Carvalho: 1) Toda proibição é proibida. 2) Toda repressão deve ser reprimida. 3) A única verdade é que não existe verdade. (http://www.olavodecarvalho.org/semana/070305dc.html). No entanto é preciso apontar que essa concepção relativista está se colocando no lugar de verdade estabelecida e reivindicando implicitamente o direito de ser a mais “correta” e assim julgar tudo o mais. Se esquece, portanto, que também está sujeita a essas mesmas variáveis, o que significa 1) o absurdo total ou 2) o reconhecimento de que nem tudo é relativo, e que podemos chegar a verdades universais.
Ora, mas qual o motivo para ter tanto medo da verdade, quando esta deveria estar sendo procurada ativamente? Porque a verdade está muito próxima daquilo que o relativismo e o discurso científico moderno mais detestam: Deus. É somente a partir do Absoluto que o conhecimento pode ser organizado, uma vez que ele é o fundamento de todo o universo, ou seja, da existência finita e relativa. No momento em que a atitude religiosa voltar a entrar nas universidades e na classe intelectual, as ciências humanas sofrerão uma reorganização que as fará progredir com segurança e solidez, unidade e confiança na resolução dos problemas mais difíceis. As ciências naturais, por sua vez, cairão do seu sonho de arrogância e ocuparão somente o lugar que lhe é devido, deixando ser uma rebelião contra a religião para pesquisar e avançar no campo do conhecimento material e técnico.
A separação entre ciência, filosofia e religião é uma mentira que obscurece todos os campos de investigação atualmente. A falta de orientação a respeito do tema mais importante da vida humana só pode resultar na catástrofe social que estamos observamos cotidianamente. Um resgate da antiguidade e da sua sabedoria se faz necessário com a maior urgência, porque o tema é eterno e não existe nada mais atual e nunca existirá nada mais importante do que a verdade imorredoura da existência de Deus. Que tal fato central possa ser relegado a segundo plano, esquecido ou até negado é algo que mostra o tamanho do abismo de loucura no qual estamos metidos.
